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Histórias

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Todos os relatos das famílias atendidas, na ordem em que chegaram.

Prateleira com pastas de arquivo rotuladas por ano de reunião
Histórias

Casos que passaram por esta mesa

Relatos de sócios que concluíram o trabalho, publicados com autorização de cada família. Nomes reduzidos a pedido delas.

Éramos quatro irmãos e quatro entendimentos diferentes sobre o que o pai tinha combinado. Ler as quatro versões lado a lado resolveu metade da discussão antes da primeira reunião.
Ondina M. · sócia de uma rede de ópticas, segunda geração
O regimento do conselho tem quatro páginas e diz quem convoca, quem preside e o que entra em pauta. Nunca mais tivemos reunião que virou almoço de domingo.
Teodoro A. · diretor de uma transportadora familiar
A descrição de papéis mostrou que duas pessoas assinavam a mesma coisa e uma terceira não assinava nada. Estava assim havia seis anos.
Lucimar B. · sócia de uma fábrica de esquadrias
Falar sozinho com alguém de fora foi o que me fez dizer em voz alta o que eu evitava havia tempo. Na sala conjunta a frase já estava pronta.
Higino C. · sócio de uma rede de padarias
O calendário com as quatro datas do ano ficou preso na parede da sala. É banal e é a parte que mais mudou a rotina.
Adelaide V. · conselheira de uma indústria de embalagens
Achei que um documento entre irmãos fosse exagero. Quando o terceiro sobrinho quis entrar, a regra de entrada já estava escrita e ninguém precisou improvisar.
Onésimo D. · sócio de uma distribuidora de material elétrico
A ata de cada encontro foi assinada ali mesmo, na hora. Sem isso a lembrança de cada um teria virado a versão de cada um.
Dulcineia R. · sócia de uma rede de floriculturas
O roteiro de entrada do meu filho tem etapa, área e prazo. Ele sabe o que precisa mostrar, e eu sei o que preciso deixar de fazer.
Waldemar S. · diretor de uma serralheria familiar
Dúvidas

O que as famílias perguntam antes de começar

As perguntas que aparecem quase sempre na primeira ligação.

Marcar uma conversa

Isso substitui o trabalho do advogado?

Não. Escrevemos o que a família acordou, em texto organizado e em linguagem comum. A minuta segue para o advogado da casa, que dá a forma jurídica e registra o que precisar ser registrado.

Precisa ter todo mundo de acordo para começar?

Não. Começamos justamente quando não há acordo. O que precisa existir é a disposição de cada sócio para dar uma hora de conversa em separado.

E se alguém da família se recusar a participar?

Registramos a ausência em ata e seguimos com quem está. O documento diz quem participou de cada decisão, e essa informação vale por si.

Quais papéis ficam com a família quando acaba?

Quadro de papéis e vínculos, folha de assuntos, atas assinadas, acordo de sócios em minuta, regimento do conselho, descrição de papéis e o calendário do ano seguinte.

Quanto tempo de cada sócio o trabalho consome?

Uma hora de conversa individual, dois encontros de meio período e duas leituras de texto com prazo de resposta. O resto é trabalho nosso.

Vocês atendem fora da cidade?

As conversas individuais podem ser por chamada de vídeo; os encontros da família reunida preferimos presenciais, na empresa ou em sala neutra.

Conte o que está combinado só de boca na sua empresa

Na primeira ligação ouvimos a situação e devolvemos, por escrito, quais documentos fariam falta primeiro e em que ordem eles costumam ser feitos. Se preferir falar agora, o número é +55 21 98356-4519.

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